O blog e suas categorias

Orientação ponto a ponto

As XXV Jornadas Clínicas da EBP-Rio e do ICP, que vão acontecer em dois dias de intenso trabalho, são fruto de um percurso que começa muito antes do momento em que esse encontro acontece. Os textos de Orientação, nossos clássicos do ensino de Freud, Lacan e Miller, são uma importante ferramenta — referências que servem de bússola para o caminho que começa agora.

Em Orientação ponto a ponto, os membros da EBP-Rio irão se debruçar sobre extratos desses textos e nos presentear com sua escrita. Esperamos que essas passagens, pequenas pérolas e ressonâncias de suas leituras, possam nos guiar de maneira consistente ao longo do que vamos construir até novembro.

Andréa Reis e Renata Martinez

 

Escavações do ICP

Estamos nos preparando para nossas Jornadas de novembro, quando a EBP-Rio e o ICP-RJ se encontram para transmitir e conversar sobre as elaborações feitas ao longo do ano em cima do tema proposto, “Loucuras e Amores na Psicanálise”. Neste espaço, os alunos poderão trazer suas contribuições e interrogações, a partir das leituras e das discussões nos diversos cursos que fazem no ICP. Reservamos esta categoria no blog das Jornadas para acolher estes pequenos textos. A apresentação do blog, com o argumento e os eixos de trabalho, servirá de inspiração para tais contribuições.

Maria do Rosário Collier do Rêgo Barros

 

Pólis-amores e loucuras

O prefixo pólis pode ser lido em dois sentidos. Primeiro é sem rubrica, que é falar da nossa cidade não no sentido do lugar onde vivemos e muito mais como o espaço que precisamos interpretar. Ou seja, é preciso interpretar cada passo da pólis, se quisermos ser cidadãos e analistas.

Desse ponto de vista, o analista cidadão, expressão canônica no nosso meio, merece ser aggiornada. Que tal pensar que o analista cidadão é aquele que lê? Tenta ler a sua cidade, os sintomas de sua cidade. Tenta apontar o gozo que a cifra e o mercado procuram apagar, ou foracluir.

Afora isso, pólis também pode significar a multiplicidade da cidade galáctica de hoje. Sem exceção, sem transcendência, apenas uma galáxia de pequenos grupos coletivos procurando uma horizontalidade que funcione como laço social. Tudo que vier nesse sentido, virá bem nesta rubrica.

Marcus André Vieira

 

Todo mundo lê

“Todo mundo lê” é uma categoria do blog das XXV Jornadas que promove um convite a todos que quiserem escrever e compartilhar resenhas críticas dos textos de orientação para nosso trabalho com as “Loucuras e Amores na Psicanálise”. Nosso intuito é fazer com que circulem as ideias que vão se depositando para cada um daquilo que lemos sobre o tema, apostando nesses pequenos escritos como forma de capturar o que fisga alguém no que se lê. Assim, vamos sistematizar algumas referências bibliográficas neste espaço virtual, mas não sem o estilo de cada um, fomentando e instigando nossas questões. Desse trabalho entre coletivo e singularidades, então, poderemos recolher uma rede de ideias pinçadas para nossas Jornadas.

A coordenação das Jornadas, junto com a Comissão Científica e a Comissão de Livraria já disponibilizaram uma lista de textos de orientação, que vocês podem conferir na aba “Livraria”, aqui no blog, e em breve acrescentaremos mais títulos a essa lista.

Thereza De Felice

 

Todo mundo vê

A partir da categoria “Todo mundo lê”, decidimos estender e particularizar a proposta, agora voltada para o que se apreende daquilo que se pode ver.

Filmes, séries, peças teatrais, pinturas, exposições, serão o ponto de partida para darmos testemunho dos efeitos experimentados no encontro com as diferentes expressões da arte.

Podemos, desse vasto campo, recortar elementos que nos ajudem a pensar as loucuras e amores na psicanálise. A ideia é que esse espaço possa nos servir, então, como um tempo de compreender e elaborar, passando à escrita o ponto que cada um pôde extrair daquilo que viu e o remeteu ao tema de nossas XXV Jornadas.

Sejam bem-vindos, e boas produções!

Mariana Pucci

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